"Meus textos são como o pão do Egito, a noite passa sobre eles e já não podes mais comê-los" (Rumi)

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Reflexão canina...

Todas as manhãs, quando retorno transpirando de minha aula de Tai Chi Chuan e ainda ruminando os conselhos reacionários de Lao Tsé, me deparo com um senhor já com mais de 70 sentado sempre no mesmo banco cinza e de concreto, ele e seu cachorro, um  vira-latas branco também já na "terceira idade", que trocam afetos, abraços, olhares, silêncios, desesperos e cumplicidades... 
Diminuo o passo para desfrutar um pouco mais daquela cena que comoveria até mesmo uma pedra e depois sigo meu caminho tentando adivinhar quem dos dois partirá primeiro e como o outro suportará sozinho os dias de degredo e de exílio que ainda lhe restam...

sábado, 25 de outubro de 2014

Da pedofilia à gerontofilia! ...E a miséria humana não tem fim...


Abaixo o bunker de Mussolini:

http://www.corriere.it/foto-gallery/cultura/14_ottobre_24/svelato-pubblico-bunker-mussolini-644fdd82-5ba5-11e4-b4f3-89f9b4fdb64e.shtml

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ABAIXO A REPÚBLICA!!!

"SENHOR, dai-me o senso de humor, dai-me a graça de saber discernir o que é uma brincadeira, daquilo que é sério, para que eu possa usufruir, pelo menos, de alguma felicidade na vida..."
Thomas More

Um dos ministros que mais deixou traumas no funcionalismo público de Brasília e do país e que mais aterrorizou a Administração Pública no governo Fernando Henrique Cardoso foi um senhor chamado Bresser Pereira. (Ministro da Administração federal e Ministro da Reforma do Estado - 1995-1998). Até hoje quase vinte anos depois, esse nome ainda causa arrepios e cólera nos mais de quinhentos mil funcionários públicos da república. Pois bem, muita gente que até ontem estava apavorada com a hipótese do Aécio vencer as eleições e trazer de volta o tão temido ministro, ficou desbundada e confusa ao vê-lo aparecer, todo confortável e sorridente, num programa eleitoral da Presidente Dilma.
Como explicar? Impossível!
Só nos resta a velha teoria de que a política atual guarda enormes semelhanças com os antigos lupanares e que é necessário voltar à Grécia para pisotear a tumba e as teorias não só de Platão, mas também de Aristóteles...





sexta-feira, 17 de outubro de 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

OMS declara que epidemia de Ebola é uma das mais graves de todos os tempos... (E que não adianta pendurar escapulários e nem patuás nas janelas)


As grandes epidemias ao longo da história

PESTE NEGRA 
50 milhões de mortos (Europa e Ásia) - 1333 a 1351
História: A peste bubônica ganhou o nome de peste negra por causa da pior epidemia que atingiu a Europa, no século 14. Ela foi sendo combatida à medida que se melhorou a higiene e o saneamento das cidades, diminuindo a população de ratos urbanos
Contaminação: Causada pela bactéria Yersinia pestis, comum em roedores como o rato. É transmitida para o homem pela pulga desses animais contaminados
Sintomas: Inflamação dos gânglios linfáticos, seguida de tremedeiras, dores localizadas, apatia, vertigem e febre alta
Tratamento: À base de antibióticos. Sem tratamento, mata em 60% dos casos
CÓLERA
Centenas de milhares de mortos - 1817 a 1824
História – Conhecida desde a Antigüidade, teve sua primeira epidemia global em 1817. Desde então, o vibrião colérico (Vibrio cholerae) sofreu diversas mutações, causando novos ciclos epidêmicos de tempos em tempos
Contaminação – Por meio de água ou alimentos contaminados
Sintomas – A bactéria se multiplica no intestino e elimina uma toxina que provoca diarréia intensa
Tratamento – À base de antibióticos. A vacina disponível é de baixa eficácia (50% de imunização)
TUBERCULOSE
1 bilhão de mortos - 1850 a 1950
História – Sinais da doença foram encontrados em esqueletos de 7 000 anos atrás. O combate foi acelerado em 1882, depois da identificação do bacilo de Koch, causador da tuberculose. Nas últimas décadas, ressurgiu com força nos países pobres, incluindo o Brasil, e como doença oportunista nos pacientes de Aids
Contaminação – Altamente contagiosa, transmite-se de pessoa para pessoa, através das vias respiratórias
Sintomas – Ataca principalmente os pulmões
Tratamento – À base de antibióticos, o paciente é curado em até seis meses
VARÍOLA
300 milhões de mortos - 1896 a 1980
História – A doença atormentou a humanidade por mais de 3 000 anos. Até figurões como o faraó egípcio Ramsés II, a rainha Maria II da Inglaterra e o rei Luís XV da França tiveram a temida “bixiga”. A vacina foi descoberta em 1796
Contaminação – O Orthopoxvírus variolae era transmitido de pessoa para pessoa, geralmente por meio das vias respiratórias
Sintomas – Febre, seguida de erupções na garganta, na boca e no rosto. Posteriormente, pústulas que podiam deixar cicatrizes no corpo
Tratamento – Erradicada do planeta desde 1980, após campanha de vacinação em massa
GRIPE ESPANHOLA
20 milhões de mortos - 1918 a 1919
História – O vírus Influenza é um dos maiores carrascos da humanidade. A mais grave epidemia foi batizada de gripe espanhola, embora tenha feito vítimas no mundo todo. No Brasil, matou o presidente Rodrigues Alves
Contaminação – Propaga-se pelo ar, por meio de gotículas de saliva e espirros
Sintomas – Fortes dores de cabeça e no corpo, calafrios e inchaço dos pulmões
Tratamento – O vírus está em permanente mutação, por isso o homem nunca está imune. As vacinas antigripais previnem a contaminação com formas já conhecidas do vírus
TIFO
3 milhões de mortos (Europa Oriental e Rússia) - 1918 a 1922
História – A doença é causada pelas bactérias do gênero Rickettsia. Como a miséria apresenta as condições ideais para a proliferação, o tifo está ligado a países do Terceiro Mundo, campos de refugiados e concentração, ou guerras
Contaminação – O tifo exantemático (ou epidêmico) aparece quando a pessoa coça a picada da pulga e mistura as fezes contaminadas do inseto na própria corrente sangüínea. O tifo murino (ou endêmico) é transmitido pela pulga do rato
Sintomas – Dor de cabeça e nas articulações, febre alta, delírios e erupções cutâneas hemorrágicas
Tratamento – À base de antibióticos
FEBRE AMARELA
30 000 mortos (Etiópia) - 1960 a 1962
História – O Flavivírus, que tem uma versão urbana e outra silvestre, já causou grandes epidemias na África e nas Américas
Contaminação – A vítima é picada pelo mosquito transmissor, que picou antes uma pessoa infectada com o vírus
Sintomas – Febre alta, mal-estar, cansaço, calafrios, náuseas, vômitos e diarréia. 85% dos pacientes recupera-se em três ou quatro dias. Os outros podem ter sintomas mais graves, que podem levá-los à morte
Tratamento – Existe vacina, que pode ser aplicada a partir dos 12 meses de idade e renovada a cada dez anos
SARAMPO
6 milhões de mortos por ano - Até 1963
História – Era uma das causas principais de mortalidade infantil até a descoberta da primeira vacina, em 1963. Com o passar dos anos, a vacina foi aperfeiçoada, e a doença foi erradicada em vários países
Contaminação – Altamente contagioso, o sarampo é causado pelo vírus Morbillivirus, propagado por meio das secreções mucosas (como a saliva, por exemplo) de indivíduos doentes
Sintomas – Pequenas erupções avermelhadas na pele, febre alta, dor de cabeça, mal-estar e inflamação das vias respiratórias
Tratamento – Existe vacina, aplicada aos nove meses de idade e reaplicada aos 15 meses
MALÁRIA
3 milhões de mortos por ano - Desde 1980
História – Em 1880, foi descoberto o protozoário Plasmodium, que causa a doença. A OMS considera a malária a pior doença tropical e parasitária da atualidade, perdendo em gravidade apenas para a Aids
Contaminação – Pelo sangue, quando a vítima é picada pelo mosquito Anopheles contaminado com o protozoário da malária
Sintomas – O protozoário destrói as células do fígado e os glóbulos vermelhos e, em alguns casos, as artérias que levam o sangue até o cérebro
Tratamento – Não existe uma vacina eficiente, apenas drogas para tratar e curar os sintomas
AIDS
22 milhões de mortos - Desde 1981
História – A doença foi identificada em 1981, nos Estados Unidos, e desde então foi considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde
Contaminação – O vírus HIV é transmitido através do sangue, do esperma, da secreção vaginal e do leite materno
Sintomas – Destrói o sistema imunológico, deixando o organismo frágil a doenças causadas por outros vírus, bactérias, parasitas e células cancerígenas
Tratamento – Não existe cura. Os soropositivos são tratados com coquetéis de drogas que inibem a multiplicação do vírus, mas não o eliminam do organismo
Fonte: Organização Mundial de Saúde (OMS) e Fundação Oswaldo Cruz

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

JESUS CRISTO NUNCA EXISTIU - Garante novamente um historiador americano...

"Jesus Cristo não existiu", garante historiador americano

Segundo o americano, 126 escritores da época e de séculos seguintes após a crucificação não o mencionam nas obras
O historiador Michael Paulkovich afirmou em entrevista ao Jornal Daily Mail que Jesus Cristo não existiu e que ele foi uma lenda urbana ou do deserto. De acordo com o americano, 126 escritores da época e de séculos seguintes após a crucificação de Cristo não o mencionam nas obras. 
O historiador afirma que estudou autores ente o primeiro e o terceiro século e que a falta de conhecimento ou menção de Jesus supõe que ele nunca tenha existido. A ideia é que a figura de Cristo tenha sido inventada por rabinos que queriam um líder para seguir. 
Estas pesquisas resultaram em um livro que foi publicado recentemente, intitulado No Meek Messiah. Nele, o pesquisador afirma que é estranho que Jesus não tenha sido mencionado por tantos escritores da época, e que detalhes da vida dele nunca tenham sido revelados nem pelos discípulos. “Paulo não sabe nem onde, nem quando Jesus viveu e considera a crucificação como uma metáfora”, disparou.
No livro Michael Paulkovich aborda que apenas um livro havia menção de Jesus, o ‘As Guerras Judaicas’, escrito pelo historiador romano Flávio Josefo, 95 depois de Cristo. Mas segundo contesta, a citação pode ter sido acrescentada pela editora em uma reedição.
Outra controvérsia de Paulkovich se refere ao livro de Marcos, na Bíblia, onde diz que a história da ressureição também teria sido editada. “Falsificadores acrescentaram depois o conto da ressurreição fantasiosa”, finalizou.